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A Química das Relações Interpessoais

Não são poucas as situações em que nos vemos influênciados por pessoas que nos rodeiam. Este é um processo que pouquíssimas pessoas estão sistematicamente imunes.
É uma característica própria da vida em nosso planeta tridimensional.
Faz parte do conjunto de interrelações que dia após dias vemos e ouvimos falar nas mais variadas formas de mídia e comunicação humana.

Assim como as partículas subatomicas, que interagindo em um turbilhão de processos nucleares, com emissão e liberação de incontáveis pacotes de energia, conhecidos como quantuns de energia, nós seres humanos, inexoravelmente estamos emitindo e absovendo a todo momento nossos pacotes de energia.
Cada vez que entramos em um ambiente e damos de cara com alguém de quem não temos o menor afeto ou carisma, automaticamente redirecionamos nossa energia em sentido negativo, perdendo parte de nossa carga diária.
Em processos de conflito humano, mais do que imaginamos, e mais do que podemos supor, estas trocas energética influenciam significativa a solução de problemas e da mesma forma o agravamento dos mesmos.
São interações sútis, que ao longo do tempo, vão se tornando parte do que chamamos de energia psíquica individual não equilibrada, tal como um átomo que em uma reação química não conseguiu estabilidade eletrônica.
Se átomos e moléculas precisam invariavelmente de equilíbrio energético para coexistirem na forma de reações químicas covalentes e iônicas, nós humanos também estamos em escala macroscópica, emitindo e recebendo incontáveis quantidades de energia através de nossas relações interpessoais.
Assim, por meio de comprimentos de onda e freqüências específicas, nossa energia vibracional, manifestada por meio de uma aura com spectro de onda na região do violeta (aura equilibrada energeticamente) coexistimos com outros seres humanos em suas diferentes freqüências e comprimentos de onda que podem ou não estarem equilibradas do ponto de vista energético.
Pode parecer estranho dizer que nós também, tal como as partículas subatômicas, possuímos freqüências e comprimentos de onda.
Mas isso é uma realidade que obviamente foge do interesse da pesquisa científica moderna, porque viabiliza interações humana harmônicas e equilibradas.
Nossa emanações energéticas portanto, se sobrepõem às energias das pessoas, como se fossem orbitais moléculares, ou seja, ondas de energia que ocupam um determinada região do espaço.
Essa sobreposição de níveis distintos, é que realmente provocam as diversas formas de relacionamento entre os seres humanos, sejam eles de conflito, harmonia, romance ou amizade.
Quando nos aproximamos de pessoas com baixos índices de energia, o que chamamos de "vampiros", nos vemos automaticamente diante de uma situação em que estas pessoas sugaram nossas energias como forma de buscarem seu próprio equilíbrio energético.
Não se trata exatamente de uma atitude consciente e tampouco de uma ação deliberada para nos prejudicar...
Mas o grande problema é que prejudica.
E muito!
Quantas vezes vc já se viu entrando em um ambiente e automaticamente se sentiu mal? ou como se alguém tivesse lhe sugado as forças?
Quantas vezes recebeu uma visita que lhe deixou extremamente para baixo?
Quantas vezes você rejeitou determinadas pessoas sem que houvesse uma explicação coerente e explicável para isso?

Estes processos realmente fazem parte de nosso cotidiano, e sem que saibamos são responsáveis por boa parte de nossos contratempos, desencontros e decepções.

Desta forma, se é da natureza humana viver socialmente, agindo e interagindo no universo das possibilidades própria da tridimensionalidade, como fazer então para não ser influenciado negativamente por essas energias, ou para saber direcioná-las em nosso favor?
Muitas das chamadas terapias alternativas, erroneamente confundidas com filosofias religiosas, trazem em sua essência o mapeamento e a forma de muitas e diversificadas maneiras de aproveitar o fluxo ininterrupto de energias circulando em nosso meio.

A acumputura, consegue através de agulhas drenar pequenas porções de energias localizadas em músculos, e que de alguma forma provocam dores em função de desequilíbrio energético.
Terapias magnéticas, através da água, da terra, de cristais e muitos outros matérias estão cada vez mais fazendo parte da vida das pessoas.
Meditação, mantras e muitas outras técnicas são instrumentos valiosos de manutenção de nosso equilíbrio energético.
Enfim...
Não se pode mais negar, em contextos acadêmicos ou não, o valor e a consistência desse leque de alternativas baratas e poderosas de interagirmos com as energias ao nosso redor e ao mesmo tempo buscarmos maneiras inteligente e eficientes de nos equilibrarmos em todos os níveis de nossa vida.
A plenitude portanto, começa quando mais do que nos imunizando contra as energias negativas e contra a ação continua de vampiros, iniciamos metodologias praticas que mantenham em níveis aceitáveis a nossa própria energia positiva, que serve como blindagem aos ataques negativos e mais do que isso servem com alimento continuo para que possamos transmitir, de forma benéfica, controlada e saudável nossa energia fluídica e positiva.

Mas o que é realmente ser uma pessoa positiva?
O que significa poder transmitir estes pacotes fantásticos de energia para que outras pessoas possam se beneficiar, sem que sejamos prejudicados em nosso próprio equilíbrio?
As terapias alternativas, poderiam somar como parte de uma resposta inteligente.
Mas estas, por si só não podem suportar toda a força do conjunto de interações a que somos submetidos todos os dias.
É aí que entra nossa força interior baseada no auto-amor e na autonomia do ser diante das possibilidades e impossibilidades da vida material.
Se somos submetidos a esta infinidades de interações, nada mais justo que tenhamos, em nossa própria essência, um contraponto poderoso e ao mesmo tempo acessível, de ferramentas especiais capazes de nos dar base e resistência aos conflitos a que somos forçados a superar.
Esse ferramental reside em nossa própria capacidade de reagir aos infortúnios, com assertividade, compreensão holística, controle de sentimentos, e mais do que qualquer coisa, com uma base também consistente de amor próprio.
Gostar de si mesmo e ter controle, inicialmente sobre o que pensamos, depois sobre o que sentimos e mais ainda sobre o que fazemos passa a ser em primeiro plano, o que torna a criatura humana um ente equilibrado e autônomo.
Autonomia é o poder do fluxo de energia a nosso favor.
É a reação inteligente aos ataques contínuos de toda a parafernália de problemas e conflitos a que todos nos, teremos que passar e superar, se quisermos concretizar a lógica imanente ao espírito, que é a evolução e que vai desde as percepções mundanas de nosso sensório, até às conexões energéticas e transcendentais própria de um espírito em busca de um caminho de luz.

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